Configurando um Sistema de Lã de Rocha por gotejamento com Librabaks

Configurando um Sistema de Lã de Rocha por gotejamento com Librabaks

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Para começar a configurar nosso SISTEMA DE GOTEJAMENTO DE ALTA PRESSÃO EM BANDEJAS LIBRABAKS, precisamos ter plantas com um bom tamanho e raízes fortes.

Vamos colocar as plantas em Slabs de lã de rocha de 1m de comprimento em bandejas hidropônicas plásticas Librabaks.

Inserimos a lâ de rocha de cabeça para baixo e colocamos os Librabaks em cima do tanque de captação.

Pode-se montar um suporte de apoio de 2 a 3 metros de comprimento de PVC ou madeira ou metal (na foto anexa).

Direcione todos os canos de drenagem que ficam nas laterais de cada Librabak  fazendo que o excesso da solução nutritiva vá direito ao tanque de captação.
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Agora que os Slabs de lã de rocha estão numa superfície plana, corte uma fenda nas laterais de cada um dos Slabs no lado contrario aos canos de drenagem.

Encha o tanque com 100L de solução nutritiva com uma concentração de EC de 2.2 ms/cm e um pH de 5.5. Adicione um estimulante radicular para ajudar o enraizamento das plantas no novo meio de cultivo.
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Irrigue os Slabs com a solução nutritiva estabiliza-los ao pH e CE adequado.
Enchemos os Librabaks até a parte superior pra que os Slabs fiquem totalmente submergidos na solução nutritiva. Deixe os Slabs assim por volta de 12 horas para estabilizar o pH e EC antes de começar o cultivo.

Enquanto os Slabs estão estabilizando, vamos configurar o sistema de gotejamento de alta pressão. Para este sistema vamos precisar de 4m de tubulação principal, uma compressão “stop end”, 4 cotovelos de compressão e uma tampa para o final da tubulação.
O tubo será ligado á barra de suporte na extremidade superior dos Slabs que tem no final o reservatório dos nutrientes de 220L de cor azul.

No reservatório temos uma bomba de 4000 l/h WPG55 ligada a um filtro de alta pressão. O filtro irá ajudar a não ter futuros problemas com entupimentos nos gotejadores e também pode ser utilizado para regular o fluxo e a mistura da solução nutritiva no reservatório.
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Precisaremos alguns acessórios, como abraçadeiras para anexar a tubulação principal na barra de suporte, para que esta não fique no chão causando diferenças de nível no transcurso do reservatório até os Librabaks.

Para este tipo de sistemas recomendamos usar gotejadores de compressão. Estes gotejadores tem um pequeno compressor na testa que se conecta á tubulação de alimentação.

Estes compressores contém um pequeno diafragma no interior, o qual se abre quando a bomba esta ligada e se fecha quando desligamos a bomba. Isto significa que cada gotejador age como uma válvula anti-sifão.

Agora que os Slabs já ficaram mais de 12 horas submergidos na solução nutritiva e estão estabilizados, temos que virar para baixo os canos de drenagem dos Librabaks para que estes drenem todo o excesso de solução nutritiva dos Slabs.

No reservatório de captação, colocaremos uns tijolos ou outro material pesado para impedir que a água seja derrubada pelo peso dos Librabaks e dos Slabs.

Uma vez que os Slabs parem de pingar removeremos da posição e colocamos os canos de drenagem para cima. Depois colocamos as bandejas no chão para começar a prender a tubulação.
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A barra de apoio tem uns 15 cm de altura à mais que o tanque de captação, para poder dar em torno de 1:100 de inclinação aos Librabaks, permitindo que o excesso de solução nutritiva escorra por estes até o tanque de captação.

Este sistema de drenagem é muito importante, já que muita inclinação fará com que a parte final dos Slabs fique muito molhada e a parte superior bem seca. Precisamos criar um sistema o mais preciso e uniforme possível.

Configurar o tubo principal para o sistema de gotejamento é bastante fácil e rápido. Certifique-se de que você tem as ferramentas adequadas para poder fazer os furos na tubulação principal, este tipo de plástico frequentemente é muito rígido, aquece-lo antes de furar pode ajudar. Para isto é melhor usar água quente do que fogo.

Aquecendo o tubo conseguiremos que este se expanda, facilitando o encaixe das diferentes peças do sistema como os cotovelos. Quando esfriar ele volta ao tamanho original, fazendo com que o encaixe fique apertado nós dando a segurança que não teremos vazamentos na tubulação principal.

Começaremos o trabalho na parte final da tubulação principal e com as abraçadeiras fixadas á barra de apoio ou suporte. Uma vez que tenhamos a tubulação principal 100% fixada á barra de suporte, levaremos esta até o filtro que esta dentro do reservatório de solução nutritiva.

Após ter todos os sistemas de tubulação conectados, desde o filtro no interior do reservatório até o final da barra de suporte, começaremos a realizar os furos onde vamos anexar as tubulações secundarias de alimentação que vão desde a tubulação principal até os gotejadores.
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Após ter realizado o furo na tubulação, colocaremos o adaptador que realiza a conexão entre a tubulação principal e a secundaria que vai até os gotejadores (usaremos um gotejador por planta)
O numero de furos depende da quantidade de plantas que temos no sistema. Sempre deixando os furos e adaptadores o mais próximos a cada Librabak para que o trecho de tubulação secundária não seja muito longo.

Uma vez que tenhamos a tubulação e gotejadores no lugar, será o momento de posicionar as plantas nos Librabaks. Neste caso colocaremos duas plantas nos Librabaks que ficam no meio (4 Librabaks) e três plantas nos Librabaks que ficam nos extremos (2 Librabaks).

Fazemos assim já que uma vez que as plantas fiquem de um determinado tamanho será difícil acessar as que ficam no meio do cultivo para realizar a manutenção. Nos Librabaks que só colocarmos duas plantas, posicionaremos estas mais centralizadas sobre o Slab.

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Assim que colocarmos as plantas em cima dos Slabs, marcaremos com uma caneta no saco do Slabs onde serão realizados os cortes para a drenagem.  Ao mesmo tempo aproveitaremos para marcar no Librabak onde irão posicionadas as plantas. As fendas de drenagem precisam ser diagonais.
Uma vez que temos as drenagens prontas, é hora de virar os Slabs. Agora realizaremos os cortes em forma de X onde irão as plantas. Lembre que marcamos no lateral do Librabak onde exatamente faremos a drenagem. É importante o corte acima coincida com a drenagem.
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Uma vez que realizamos o corte em forma de X sobre o Slabs levantaremos as abas para colocar o bloco de lã de rocha onde esta nossa planta. No momento que colocamos os blocos é importante irrigar uns 200ml de solução nutritiva sobre cada bloco. Esta será a ultima irrigação que receberão por 2-3 dias, já que se lembra o Slabs ficou submergido na solução nutritiva e ainda contem grande quantidade de solução nutritiva.  Durante estes 2-3 dias as raízes das plantas vão encontrar o caminho até o Slab, este processo ajudara a que as plantas fiquem mais enraizadas antes de começar com as irrigações com os gotejadores.

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Além disso, vamos colocar uma manta de plástico branco em cima de cada bloco (como aparece na foto), para evitar o crescimento de algas em cima dos blocos.
Também colocaremos uma tampa ou lona de plástico cobrindo o deposito de captação para protege-lo.
Três dias após o plantio podemos observar que os tomates estão muito saudáveis. Nesse ponto, irrigaremos os blocos novamente com 300ml/planta de solução nutritiva com uma CE 1.8 ms/cm e pH 5.8.

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Colocaremos uma vareta em cada planta para que se suportem melhor.

Mais adiante colocaremos um rolo de corda em cada planta, passando por debaixo do Librabake levando até o teto onde agarraremos a um gancho, assim as plantas crescerão com facilidade e se guiarão pela corda.
Nesta fase é muito importante para nós manter uma umidade relativa do ar no interior da estufa de entre 60-75%, com a temperatura atingindo um máximo de 25-26º C.
Este ambiente permitirá que as plantas se desenvolvam bem, sem estar sob qualquer estresse causado por transpiração excessiva.
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As plantas de tomate estão agora firmemente enraizadas nos Slabs. Neste momento é quando retiramos as varetas e amarramos às plantas nas cordas que vão até o teto. Agora as plantas estão prontas para conectar os gotejadores.
Inserimos estes nos blocos e colocamos o temporizador digital para que a bomba de irrigação entre em funcionamento 3 minutos cada 2 horas. As irrigações serão realizadas durante o período diurno sendo importante que a primeira e a ultima irrigação de cada dia seja de 6 minutos, as demais serão de 3 minutos.
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Já só falta encher o reservatório azul de 220L com a solução nutritiva adequada. Neste caso usaremos o Hesi Pro-Line Hydro Growth para garantir uma solução nutritiva equilibrada. Estabilizaremos o pH a 5.8 e a CE a 2.0 ms/cm da solução nutritiva. Depois disto fecharemos o reservatório com uma tampa ou lona de plástico para evitar o crescimento de algas e que a solução nutritiva perca propriedades, mas não podemos esquecer  que temos que testar diariamente o pH e a CE da solução nutritiva e caso esta não esteja nos parâmetros adequados devemos corrigi-la.
Por ultimo, uma vez comprovemos que todo o sistema funciona bem só teremos que nós preocupar em retirar o excesso de solução nutritiva do reservatório de captação e de encher com solução nutritiva nova o reservatório principal.

O que é o Wilma System?

O que é o Wilma System?

O Wilma System é um sistema hidropônico ativo que oferece precisão e controle na alimentação das plantas.

Inspirado nos DRIP IRRIGATION SYSTEM (sistemas de irrigação por gotejamento) o Wilma System é o mais versátil do mercado. Os vasos são colocados numa bandeja de sustentação apoiada sobre o tanque de nutrientes, fazendo com que que a solução nutritiva seja entregue as planta através de um gotejador para cada vaso.

Essa configuração automatiza o sistema de irrigação. O Wilma System pode ser usado como um sistema de irrigação fechado com um tanque para drenagem ou como um sistema de recirculação.
Na tubulação principal do sistema temos um registro que nos possibilita as duas funções. Senão quiser utilizar todos os vasos fornecidos pelo sistema, simplesmente remova aqueles que não vai utilizar.

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O sistema é encontrado em cinco tamanhos, que podem ser usados com diferentes tipos de substratos. Os gotejadores de cor azul são indicados para cultivar num meio de drenagem livre como a argila expandida, perlita, vermiculita ou similares. E os gotejadores em flecha (cor preto) são indicados para cultivar num meio de cultivo absorvente como a terra, turfas, lã de rocha (mapito), fibra de coco ou similares.

Por que o Wilma System produz grandes resultados?

O fornecimento continuo ou frequente de solução nutritiva significa uma maior absorção de água e nutrientes pelas plantas. Na área de drenagem livre, as raízes não sofrem com o acúmulo excessivo de sais ou nutrientes.

Por que optar por Wilma System?

Para obter rendimentos maiores –  As plantas absorvem mais nutrientes do que em cultivos com rega manual.

Versatilidade – Pode-se cultivar com diferentes tipos de substratos. Drenagem excelente em qualquer que seja o meio de cultivo e substrato usado.

Confiabilidade – Precisa de menos manutenção que a maioria dos sistemas hidropônicos.

Inovaçao – Os vasos Wilma encaixam perfeitamente nos espaços da bandeja, que por sua vez ficam sobre um reservatório, reduzindo a hipótese de vazamento ou inundação no seu espaço de cultivo.
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Quando acrescentar agua?

Prepare a solução nutritiva no tanque para as plantas e acrescente água cada 2 ou 3 dias quando os níveis de EC aumentarem.

A manutenção é muito simples, basta conferir e estabilizar os níveis de pH e EC diariamente para obter melhores resultados.

Troque a agua e limpe o tanque a cada duas semanas.
Acesso é fácil à bomba e ao reservatório para a manutenção da solução nutritiva.

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Inundações e Irrigações

Recomendamos utilizar o Wilma System com um temporizador digital ou analógico

– Para plantas jovens: recomendamos entre uma e duas inundações diárias, caso use o gotejador para inundação.

Com o gotejador para absorção recomendamos realizar no mínimo três irrigações diárias, em ambos os casos observando o crescimento das plantas para ajustar a quantidade de rega necessária.

– Para plantas adultas: O tempo máximo para as inundações ou irrigações será um período de de15 minutos a cada hora durante as horas diurnas.

* Clima, umidade, temperatura e estação do ano podem modificar a necessidade de rega.

Transplante ao Wilma System

Depois do transplante adicione nutrientes á metade da dosagem recomendada pelo fabricante.

Este passo é importante já que é melhor fornecer as mudas na primeira semana após o transplante a metade da concentração do fertilizante para potenciar o desenvolvimento do sistema radicular.
Montagem Wilma System é muito simples:

1-Coloque o tanque/reservatório numa superfície nivelada e a bandeja de suporte sobre o tanque, com a drenagem no lado de mais fácil acesso.

2-Fixe a bomba em seu lugar e acople o tubo de fornecimento à saída da bomba.

3-Encaixe as peças da tubulação principal e a secundaria (micro-tubos).

4-Fixe o gotejador ao micro-tubo e este á tubulação principal onde já tem o adaptador.

5-Selecione o gotejador indicado para seu meio de cultivo (o Kit contem dois tipos):
Se você utiliza argila expandida, perlita ou vermiculita selecione o gotejador para inundação (cor azul).Para substratos como fibra de coco, terra ou tufa use o gotejador para absorção (cor preto).

6-Encha o depósito com água, coloque os vasos sobre a bandeja e enche estes com o substrato escolhido.
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Cultivando em Lã de Rocha

Muita gente tem dúvidas básicas sobre cultivo. Que tipo de solo usar? Talvez a resposta seja não usar solo algum, ou talvez algo inerte e  estável somente para assegurar o sucesso do enraizamento. Quem já aprofundou sobre o assunto sabe que a lã de rocha é uma opção. E os mais experientes sabem que os sistemas de irrigação automática evoluiram demais para a praticidade do grow. Hoje vamos falar sobre a lã, veja só:

Painel de lã de rocha
Painel de lã de rocha

Lã de rocha é uma fibra mineral fabricada pelo homem. Rocha basílica é derretida a 1600 graus e transformada em fibras que são comprimidas e cortadas em diferentes dimensões. Usada por varias indústrias como isolante térmico e acústico, a lã de rocha apropriada para agricultura deve ser de rocha basílica de altíssimo grau de pureza e ter o diâmetro de fibra uniforme para garantir um balanço mineral inerte e boa drenagem. Lã de rocha de baixa qualidade possui alta proporção de metais que reagem á solução nutritiva.

Opções de Lã de Rocha para Agricultura

Mapito. Mini cubos de lã de rocha.
Mapito. Mini cubos de lã de rocha.


Mapito
Granulado de lã de rocha com dimensões aproximadas de 1 a 2 cm2,

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Bandejas
Bandejas com cubos de lã de rocha de 2,5 cm ou 3,5 cm são ideais para germinação de sementes.

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Cubos
Cubos de 4 x 4 são indicados fazer clonas de suas plantas favoritas.

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Blocos
Blocos de lã de rocha de 7,5cm, 10 cm ou 15 cm onde se enxertam (encaixam) os cubos de 2,5 cm e 3,5 cm.

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Slabs
Medindo 100 cm x 15 cm.

Como estabilizar a lã de Rocha.

É fundamental que o PH da lã da rocha esteja estabilizado em PH 5,5 antes de plantar as sementes. 
Submerja os blocos de lã da rocha numa solução nutritiva com um PH de 4,5 e níveis de EC de 0,5-0,6 durante 24 horas. Esta solução deve baixar o PH inicial da lã da rocha de 7.0 para 5,5 e garantir os nutrientes necessários ao inicio do cultivo.

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DICA:
Um método simples para saber se os blocos de lã da rocha estão estabilizados é irrigar os blocos com agua a PH 5,5 e medir com um medidor de PH o que vasa pelo bloco. Se a agua que sai do bloco mantém PH 5,5 a lã de rocha está estabilizada e pronta para o cultivoSó plante as sementes com o PH estabilizado em 5,5

Como germinar em lã da rocha
Plante as sementes diretamente em pequenos cubos de lã da rocha já estabilizados a PH 5,5. Existem bandejas com pequenos cubos de 2,5cm ou 3,5 cm.
Para ter sucesso na germinação é importante manter as bandejas em uma estufa de propagação com umidade apropriada.
Quando a semente estiver germinada enxerte os pequenos cubos em blocos maiores de lã da rocha . Os cubos de 2,5 cm encaixam nos blocos 7,5 cm e os cubos de 3,5 nos blocos de 10cm. Os blocos de 15 cm recebem ambos os cubos.
Devemos ter cuidado com as raízes na hora de anexar os cubos nos blocos pressionando devagar até que o cubo fique bem enxertado no bloco.

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Como produzir clones em lã da rocha
Use blocos de lã de rocha de 4 x 4 cm já estabilizados em ph 5,5.
Os blocos não devem estar encharcados para evitar apodrecimento dos caules.

Mantenha em uma estufa de propagação com humidade alta como no caso da germinação. À medida que passam os dias vá baixando a umidade relativa.

Sistemas de irrigação automática para cultivar em lã de rocha

Existem sistemas hidropônicos profissionais com irrigação automática que já vem prontos como os da Wilma da Atami.
Desenhados na Holanda e fabricados na Inglaterra em opções para 4 ou 8 vasos que podem ser de 2, 11, 18 ou 25 litros.
Os sistemas Wilma tem alto desempenho com granulado de lã de rocha Mapito.

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Você pode também construir um sistema de irrigação automático usando vasos tipo Librabak , como o da foto abaixo, projetados especialmente para cultivar com lã de rocha. Um sistemaLibrabak de alta produtividade para 20 plantas é fácil de montar e pode ser construído por menos de mil reais.

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Para montar um sistema Librabak de 1 M² para ate 20 plantas precisamos de:

– 4 vasos Librabaks de 1 m x 0,15 cm
– 4 slabs de lã de rocha
– 16 blocos de de lã de rocha 10cm ou 20 blocos de 7,5 cm
Para o sistema de irrigação automática você vai precisar:

-Reservatório de aprox. 100 litros
-Bomba de água de 1200L/h
-Bomba de ar
-Tubos de irrigação de 15 mm
-Micro tubos de irrigação de 5-6 mm
-Conexões de mangueira em T para tubo de 15 mm
-Conexões de mangueira em cotovelo para tubo de 15 mm
– Uniões de linha de tubo
– Gotejadores em forma de espeto
-Tampas para final do sistema de irrigação
-Temporizador
-Bridas de nylon.

Mãos a obra e boa colheita!